ANTROPOLOGIA. ¨O Sítio do Pica-Pau Amarelo¨. Uma história brasileira racista?

LIEBSTERBLOGAWARD MLD

A história do ¨Sítio do Pica-Pau Amarelo¨ é considerada uma joia da literatura infantil brasileira. Seu autor, Monteiro Lobato, cresceu em um ambiente rural, em um sítio do interior do estado de São Paulo, na cidade de Taubaté, local posteriormente idealizado como o cenário de sua história.

Outro dia, inesperadamente, lendo as ¨Reinações de Narizinho¨, notei que algumas falas da boneca, Emília, quando se referiam à Tia Nastácia, carregavam raiva, discriminação e, talvez, racismo.  Vocês poderiam me ajudar a pensar nisso?

1- Não é à toa que é preta como carvão.”

2- Não gosto de velhas, nem brancas nem pretas.”

3- Velha burrona e beiçuda, outro dia assassinou um parente do Rabicó.

4- Ela nasceu preta e ainda mais preta haverá de morrer.”

Agora, ao lermos juntos outros volumes da obra de Monteiro Lobato, gostaria que procurássemos frases que lhes pareçam conter ofensas aos personagens, Tia Nastácia e Tio Barnabé, seja devido à sua raça, à sua condição social ou até mesmo à sua idade.

Ao trabalho, garot@s!

Para consultar em casa: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/09/25/discussao-sobre-racismo-na-obra-de-monteiro-lobato-continua-hoje-em-reuniao-no-mec.htm
Desenho de Thiago Oliveira Sanitá

Desenho de Thiago Oliveira Sanitá. 2011

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