Direitos e deveres d@s alun@s na Escola!

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‘Por mês, 23 professores da rede pública paulista são agredidos na escola’ – Educação – Estadão

Taxa é a maior registrada no Estado nos últimos dois anos – em 2015, índice era de 15 docentes e em 2014, de 20; capital concentra maioria dos casos

Fonte: Por mês, 23 professores da rede pública paulista são agredidos na escola – Educação – Estadão

Ética. Bullying. DO ACOSO ESCOLAR — Tirar do fío

Non se sabe a razón pola que un alumno ou alumna empeza a ser vítima de acoso. As gafas, o peso, os rasgos raciais diferentes, a inclinación sexual, algún pequeno defecto físico ou a súa aplicación ao estudo poden ser desencadeantes, pero non son imprescindibles, porque non sempre é así. Debe ter algunha propensión só…

via DO ACOSO ESCOLAR — Tirar do fío

Manifesto de intelectuais e artistas em apoio às escolas.

Não fechem as nossas escolas! Respeitem os estudantes!

Fonte: Manifesto de intelectuais e artistas em apoio às escolas

Fixo 4 (14).¨Professores Que Não Envelhecem¨. JULIO GROPPA AQUINO. USP

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¨ Professores Que Não Envelhecem¨

Revista Nova Escola. Outubro/2002. Julio Groppa Aquino*. USP

“Das poucas certezas que restam sobre o trabalho de educar, algo é incontestável: a capacitação do educador nunca se dá por completo, ela nunca se esgota. Certa feita, disse-me um professor, que a única vantagem que se pode obter do magistério é a de poder conviver com a potência e o frescor da infância e da juventude, instantes fugazes e extraordinários da condição humana. E, para que seja possível autenticar um argumento como esse, exige-se uma certa disposição do espírito, olhando com outros olhos aquilo que se vê todos os dias. 

Na roda viva das semanas, meses e anos letivos, é necessário, de quando em quando, tomar um certo distanciamento, contemplar o desenrolar dos acontecimentos cotidianos, prestar atenção em seus detalhes. E o que se verá? De um lado, alguém lutando contra a impiedade do tempo, o ¨inquilino¨ de um posto sempre em obras, em reconstrução perene. De outro, uma massa de corpos jovens, composta de olhares, modos e decibéis alterados, matéria-prima que não envelhece, perpetuando-se ano após ano. (…) 

Entretanto, uma senha secreta torna-se a chave para o bem viver docente e poucos a conhecem: furtar a jovialidade dos alunos, assenhorear-se de sua gana pela descoberta, sorver a seiva da vida que de lá emana irrefletidamente, ‘vampirizá-los’, enfim. Eis o segredo da vitalidade do professor. Por essa razão, trata-se, talvez, de uma das únicas profissões em que aposentadoria não há de fato. O ciclo nunca se fecha. O gesto professoral reinaugura-se sem cessar. No limite, retorna-se imediatamente ao ofício, ou, então, dele se recorda com fervor. Caso contrário, docência não houve.”

revistaescola.abril.com.br/

Júlio Groppa Aquino

*http://www.bv.fapesp.br/pt/pesquisador/86696/julio-roberto-groppa-aquino/

Ética. ‘Entendendo o Princípio de Não-Agressão’. Filipe Celeti. Universidade Presbiteriana Mackenzie

ÉTICA
O PNA – Princípio de Não-Agressão
Família – Escola – Sociedade

http://filipeceleti.com/2015/01/29/entendendo-o-principio-de-nao-agressao/

Filipe Celeti

A popularização de ideias não significa uma disseminação correta de ideias. A velocidade na qual dados, informações e ideias são transmitidos e consumidos, na era do aprimoramento técnico, é tão rápida, que fragmentos ficam pelo caminho. Umas das coisas que me perturbam é o tanto que falam do PNA, o Principio de Não-Agressão. Muito é dito e pouco é lido.

A era da informação permite a todos os que desejarem, numa busca simples, encontrar material suficiente para passar uma vida se dedicando a apenas um assunto. O que professores, como eu, insistem em dizer é que seus alunos procurem fontes fiáveis, sérias e fontes primárias. Antes de afirmar algo baseado na afirmação de alguém, vale pesquisar as fontes de quem discursa para ver se obteve uma boa compreensão do que estudou. É muito comum ver gente opinando a partir de compreensões rasas e equivocadas de outros.

Para começar, o PNA…

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Urbex – ¨Escola Abandonada¨. Daniel Pátaro


Campinas do século XX. Uma escola abandonada. Uma descoberta fascinante.
Obrigada, Daniel Pátaro.

Daniel Pátaro

Urbex Brasil Escola Fotografia Daniel Pátaro

Com a temperatura novamente acima dos 30 graus (chegou a 33,6ºC hoje) saí para explorar as ruínas de um escola do início do século. Foi construída, provavelmente, na década de 1910 e localiza-se no bairro hoje chamado Carlos Gomes Velho, em Campinas.

Urbex Brasil Escola Fotografia Daniel Pátaro

Antigamente ali era a Fazenda Duas Pontes, a maior produtora de café da história do município, ao lado da estação ferroviária Desembargador Furtado (1901).

Urbex Brasil Escola Fotografia Daniel Pátaro

A primeira metade da década de 1920 caracterizou-se pelo auge da produção cafeeira em grande parte do território paulista. Porém, no final dessa década, houve uma crise da economia cafeeira, atingindo grande parte do estado de São Paulo. A decadência da produção ocorreu pelo desgaste das terras da região, pelas geadas que acabavam com as lavouras, pela diminuição da exportação motivada pela alteração da qualidade do café, pela concorrência de outros países e pela crise econômica de 1929

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